ENTREVISTA | Jornalista Nei Manique

20 de Dezembro de 2019

A ‘nova’ fronteira profissional de um profissional com 43 de jornalismo 

 

Nesta minientrevista Nei Manique, um dos mais experientes e consagrados jornalistas do sul-catarinense, explica porque bem investindo em minidocumentários (‘minidocs’) históricos e contemporâneos, abrigados no blog nei.jor.br e disponíveis no YouTube. Seu último trabalho, com o justificado título em italiano 'Nuova Venezia, ancora e sempre sorprendente', revela os porquês do sucesso turístico e cultural da pequena e bela Nova Veneza (18 km de Criciúma).

Com recursos quase artesanais - dois tripés, dois smartphones e um microfone de lapela, Manique, de 63 anos de idade e 43 de profissão, já perpetuou as biografias de políticos como José Augusto Hülse e Altair Guidi e os 60 anos do Colégio e Seminário Rogacionista Pio XII, entre outros. Com passagens históricas pelo jornal O Estado, Diário Catarinense e RBS TV, é mestre em Comunicação Social pela Unisinos (RS) e ex-coordenador do curso de Jornalismo da Unisul (Tubarão). Ele fala ao Acontecendo Aqui de sua nova fronteira profissional.

Qual foi a motivação para produzir o minidoc de Nova Veneza?

Gosto de categorizar meu trabalho como minidocumentário por expressar minha visão da realidade que me cerca, mantendo-se fiel à narrativa na terceira pessoa. E, no caso de Nova Veneza, adotei um olhar oportunista para liquidificar um case turístico cada vez mais conhecido no estado e no país. Por que deu tão certo ali quando deu tão errado em cidades vizinhas? Em 10 minutos, singelas respostas.

Qual o mercado para produções deste perfil?

Neste oceano cibernético outrora chamado de ciberespaço, há mercado para quase tudo, mas é preciso relativizar as estatísticas. Num portal de notícias, por exemplo, 300 visitas únicas a uma resenha literária têm para mim o peso equivalente a 3 mil visitas a uma notícia da área policial. 

 

 

casa numa rua de nova veneza